NOSSOS CONCEITOS BÁSICOS

  • Cabe ao arquiteto uma ESCUTA sensível capaz de TRADUZIR em ARQUITETURA os DESEJOS, NECESSIDADES e POSSIBILIDADES do cliente
  • Cada projeto deve ser ÚNICO, como único é cada indivíduo, e único é cada LUGAR
  • Cada LUGAR com seu clima, topografia e paisagem, mas também com sua história e significados
  • Se o arquiteto impõe arbitrariamente sua vontade, teremos um exercício narcísico, mesmo quando o resultado for bom
  • Se predomina a soma dos fragmentos do desejo do cliente, o resultado pode ser uma “COLCHA DE RETALHOS”
  • Se predominam tendências ou estilos, podemos ter um objeto bonito, mas datado, que logo será obsoleto
  • Cabe ao arquiteto criar o “BOM PROJETO”- que não tem uma fórmula, mas que deverá atender às demandas objetivas e subjetivas de cada cliente, dentro da melhor técnica, com economia, qualidade, conforto e elegância, e que seja expressão de “seu tempo”
  • “NUNCA PROCUREI A BELEZA, MAS SIM A POESIA”, dizia Lina Bo Bardi
  • Se há poesia, a percebemos através dos sentidos – é uma beleza que se renova, e, assim, permanece
  • “Era exatamente o que queria. Só que eu não sabia que era assim” — essa é a melhor definição que conheço do trabalho do arquiteto, frase do meu primeiro cliente, Pedro Paulo Lima Betim Paes Leme.

    EXEMPLOS DE NOSSAS ESCOLHAS

  • Oferecer em cada projeto experiências visuais e/ou espaciais diversas, evitando a monotonia e os espaços estéreis, que nunca são usados
  • Em terrenos inclinados, POUSAR a edificação suavemente, evitando cortar o terreno ou criar “platôs”, encarecendo a obra
  • SIMPLICIDADE que não resulta em “frieza” nem “esterilidade”

  • FLUIDEZ e integração entre os espaços internos

  • INTEGRAÇÃO entre espaços internos e o espaço externo

  • Quando indicado, INCORPORAR o PAISAGISMO na própria arquitetura

  • Uso SELETIVO de madeiras NOBRES para não incentivar o desmatamento
  • Proporcionar ILUMINAÇÃO e VENTILAÇÃO natural em todos os ambientes
  • DEFINIR e pré-dimensionar a ESTRUTURA

  • DEFINIR com o cliente todos os pontos de INSTALAÇÕES como a elétrica, a hidráulica, telefonia, dados, etc, e prever shafts e passagem de dutos
  • Proporcionar o maior grau de SUSTENTABILIDADE indicado para cada caso
  • Acompanhar a obra até seu final para resolver as inevitáveis alterações e/ou
    problemas surgidos durante a construção
  • SOBRE ARQUITETURA

  • A ARQUITETURA é a mais TÉCNICA das ARTES e a mais ARTÍSTICA das TÉCNICAS
  • Não trabalha só com TEXTURAS, CORES ou MATERIAIS
  • É sobretudo ESPAÇO, LUZ, VOLUMES, VENTILAÇÃO, INSOLAÇÃO, Conforto Ambiental, CUSTOS, escolha das TECNICAS ADEQUADAS, inserção no MEIO e na CULTURA, SUSTENTABILIDADE possível, MEMÓRIA, FANTASIA e DESEJOS
  • “A ARQUITETURA não é uma disciplina exata – vivendo entre a arte e a técnica,
    produzindo arte e técnica, ela é também POÉTICA”(Marcelo Carvalho Ferraz em Arquitetura Conversável, Edit.Azougue)
  • A ARQUITETURA deve ser “PERCORRIDA” para ser entendida/vivenciada. Fotos, Maquetes ou Vídeos não são suficientes
  • Qualquer coisa que se faça hoje, em ARQUITETURA, é resultado de toda SUA história
  • Não há INVENÇÃO ou CRIAÇÃO a partir do “NADA”
  • A ARQUITETURA é a expressão dos DESEJOS e COSTUMES de cada época, realizados com os RECURSOS e TECNOLOGIAS disponíveis
  • – Ser “M O D E R N O” é estar em dia com seu tempo, com vontade de futuro
    “M O D E R N O S O” é pejorativo de moderno
    “M O D E R N I S M O” ou “Movimento Moderno”, na Arquitetura, começou na passagem do século 19 para o 20, nos deixando, entre suas BOAS heranças, “a integração do interior com o exterior”
    – Depois vieram outros Movimentos: Pós-Modernismo, Desconstrutivismo, etc
    – Felizmente sempre podemos ser MODERNOS, estando em dia com NOSSO TEMPO, com vontade de NOSSO FUTURO, sem “ismos”